O Instituo Akatu pelo consumo consciente é uma ONG que surgiu no ano 2000 para promover a mudança de comportamento do consumidor brasileiro, a partir do presuposto de que as empresas só melhoraram suas práticas de responsabilidade social na medida em que os consumidores passassem a valorizar essas iniciativas em suas decisões de compra.
Para tanto vem empreendendo diferentes formas de comunicação para levar até seu público a mensagem de um consumo consciente. Este mês a Akatu lançou uma nova campanha criada pela Lew’Lara\TBWA, que subverte o ditado de que “menos é mais”.
Nos anúncios as imagens em forma de balões mostram que para o meio ambiente, “mais é menos”. Por exemplo: mais carros significa menos ar puro, mais poluição e menos vida.
Segundo Felipe Luchi, diretor de criação da Lew´Lara, “Tudo está interligado. Quanto mais as pessoas consomem, menos recursos restam na natureza. E a consciência é uma das melhores armas para equilibrar essa equação”.
Além de anúncios impressos, a campanha também vai contar com intervenções em parques públicos e material para TV.


Hoje estive lendo o texto da Semióloga Lúcia Santaella “As linguagens como antídotos ao midiacentrismo” que diz respeito a linguagens em arquiteturas líquidas. Em minha interpretação, tal demoninação associa a linguagem hipermidiática à fluidez dos líquidos, pois esta nova linguagem incorpora o som, a imagem e o texto como se fossem moléculas de H2OH que se juntam de forma homogênea.

Todos que assistiram ao comercial sensacional criado pela AlmapBBDO para campanha do Space Fox da Volkswagen ficaram impressionados com tamanha criatividade. Filmado na praia de José Ignácio no Uruguai e produzido pelos argentinos da Rebolution, o comercial conta a história de um surfista que diz ter um animal de estimação que “as vezes é mais cachorro e as vezes é mais peixe”, um simpático cachorro-peixe criado em computação gráfica.